RADIESTESIA APLICADA À GEOBIOLOGIA E
PROSPECÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA


Por definição a geobiologia é uma ciência de interação entre a Terra (Geo) e a vida (Bio). No entanto o termo pode ser ampliado com o nome Cosmo, pois para existir um equilíbrio é necessário que as energias emitidas pela Terra e o Cosmo sejam harmônicas. A vida é muito frágil; qualquer alteração entre esses dois polos energéticos criam desarmonias e doenças nos seres vivos: vegetais, animais e humanos.

Outros aspectos relevantes que afetam os seres vivos referem-se, além dos desequilíbrios naturais, à criação, pelo homem, das energias necessárias para o crescimento da civilização.

A criação dos campos eletromagnéticos permitiram ao homem um enorme crescimento social, na busca de conforto e melhoria nas condições de vida. No entanto o que é bom por um lado é negativo pelo outro, pois as fontes de radiações elétrica e eletromagnética artificiais geram desarmonias no meio ambiente, afetando a vida como um todo, alguns deles: linhas aéreas de transporte de distribuição elétrica de alta e média tensão (sua periculosidade depende da tensão, da intensidade e da sobrecarga a que estão submetidas, dependem também da qualidade do material , da limpeza dos isolantes e manutenção das conexões das torres à terra, da distância de segurança das torres ou da rede elétrica das moradias nas adjacências); linhas elétricas subterrâneas (problemas se essas linhas estiverem sobrecarregadas, geram um campo eletromagnético nocivo. O difícil é saber por onde circulam esses cabos elétricos e a possibilidade de indução com outras redes de baixa tensão: telefone, água, gás, etc. As pessoas podem estar sobre essas linhas e não perceber); transformadores (centrais de produção elevam a tensão dos alternadores – energia mecânica transformada em elétrica – alta tensão de transporte: cerca de 400 kV. Centrais secundárias de distribuição convertem a alta tensão em média tensão: cerca de 25 kV, até os transformadores de rede que convertem a média tensão em 380 e 220 volts de uso industrial e doméstico. O problema é a localização dessas centrais nos setores industriais e suas linhas de alta tensão passando por zonas residenciais. Deve-se afastar das torres e da rede elétrica cerca de 1 metro para cada quilovolt (1.000 volt) de tensão de linha – recomendações alemãs); antenas de distribuição de rádio e televisão emitem as chamadas microondas, geram campos elétricos e magnéticos muito fortes – altas freqüências e comprimentos de ondas muito pequenos. Os problemas gerados por emissões de microondas referem-se às emissões descontroladas de radioaficcionados, inexperientes que emitam em zonas residenciais. As emissões de microondas deveriam ser totalmente direcionais, no entanto sempre há um cone de dispersão, nesse caso não se deve situar no trajeto entre duas estações; nas residências deve-se considerar as instalações elétricas, fornos de microondas, transformadores domésticos de corrente elétrica, localização de televisores e computadores; radioatividade ionizante nos locais de trabalho e residenciais. A emissão de gases do tipo radônio e polônio podem ser perigosos quando a emissão ultrapassa os limites estabelecidos mundialmente. Essa radiação é ionizante, apresenta alta freqüência e comprimento de onda extremamente pequeno, não perceptíveis pelos cinco sentidos. Essas partículas que emitem os elementos radioativos possuem uma grande energia, capaz de arrancar os eletrons dos átomos que atravessam, afetando, inclusive as células humanas.

Dentre os fatores físicos causadores de stress e doenças nos seres vivos, a água subterrânea em movimento, tem papel relevante. A energia emitida pela Terra, através da Crosta Terrestre, em sua grande maioria, é equilibrada bioticamente, no entanto a água subterrânea em movimento quebra esse equilíbrio, causando uma ruptura de forças. O mesmo acontece com zonas fraturadas e zonas de falhas ou rupturas nas rochas. Elas causam mudanças na emissão de energia bioticamente equilibrada, sofrendo distorções, causando anomalias nocivas.

Uma infinidade de fatores afetam a vida dos seres vivos, que suportam e conseguem equacionar os problemas causados pela domótica moderna criada pelo homem e pelos fenômenos da natureza. Milhões de pessoas que vivem em grandes cidades estão, diariamente, expostas a essas alterações, no entanto conseguem viver, de uma certa forma, razoavelmente bem. Essas pessoas, em alguma parte do dia não ficam diretamente expostas a essas anomalias; praticam esportes, andam, na maioria das vezes dormem em locais com energia equilibrada ou trabalham nesses locais sem energias nocivas. No entanto, poucos conseguem morar e trabalhar em locais preservados bioticamente nas 24 horas do dia. O grande problema é a exposição a energias nocivas por anos a fio e com a idade, acima dos sessenta, começam a surgir os problemas. A pessoa anda menos, não pratica mais esportes, fica mais tempo nos locais e o acúmulo das disfunções geradas pela insalubridade permanente se transformam em doenças. O mais importante em tudo isso é que as pessoas não sabem os motivos que a levaram a contrair doenças imprevisíveis.

Nesse sentido é preciso que as pessoas aprendam a se observar e observar os locais que convivem diariamente. Desenvolver uma percepção apurada e conseguir diagnosticar esses locais e procurar soluções para sanar ou amenizar os efeitos negativos dessa exposição diária e massacrante à energias nocivas.

A radiestesia é o melhor veículo para desenvolver, de forma orientada, a percepção à anomalias nocivas, distinguí-las e classificá-las. Enfim, é uma ciência (não reconhecida oficialmente) capaz de diagnosticar o que está afetando diretamente as pessoas. Não se pode dar um diagnóstico errado, pois a correção será errada e dará a impressão que foi solucionado o problema.

A radiestesia é uma ciência, pode-se dizer assim, da percepção extra-sensorial, alem da percepção dos cinco sentidos. O cérebro humano é capaz de perceber, à distância ou in sito, energias microvibratórias, não existindo, na maioria das vezes, aparelhos capazes de capta-las.

A radiestesia é um instrumento acessível à maioria das pessoas que, normalmente, não sabem o porquê de se sentirem mal ou bem em alguns locais. Não conseguirem assimilar uma pessoa ou rejeitarem uma refeição, ou desviarem de um local energeticamente nocivo. Sentem tudo que os rodeiam mas não conseguem distinguir uma das outras.

Nesse sentido a radiestesia tem a função de amplificar as energias captadas pelos seres humanos. Para a percepção de energias microvibratórias o radiestesista usa instrumentos como o pêndulo, aurameter, dualrod entre outros mais especializados, alem de gráficos indicadores e reequilibradores energéticos.

Os animais naturalmente evitam dormir em locais insalubres. Não é por acaso que os antigos, quando iam construir uma casa, em fazendas abertas, esperavam ver aonde o gado ia dormir à noite, para em seguida construirem ali sua residência. O homem moderno não valoriza mais sua própria percepção, utilizando unicamente o seu intelecto racional e limitado.

Entendendo que a radiestesia é simplesmente um amplificador da própria percepção dos seres humanos, deve-se utilizá-la nos campos de conhecimento que cada um tem.

Deve-se entender que a percepção percebe mas não pensa, enquanto que a razão dos humanos pensa mas não percebe. Somente a interação entre essas duas forças consegue-se um resultado concreto.

Nesse sentido é necessário que o homem moderno mude o conceito de realidade. O mundo perceptivo é quântico, espacial, funciona nos níveis sutis e celular. Não se consegue perceber através dos cinco sentidos energias microvibratórias de alta freqüência e comprimentos de ondas extremamente pequenos, como por exemplo o raio X. Essa emissão radioativa ionizante não é perceptível pelos cinco sentidos, nunca, no entanto, extremamente destruidora, ataca a célula diretamente, quando se percebe já é tarde.

A radiestesia, então, é a ferramenta mais eficaz de detecção de energias microvibratórias, pois é um instrumento contido no homem, que tem a capacidade de captar a interação entre o objeto observado e o observador, a nível celular. Enquanto que os aparelhos normais captam o absoluto e não a relação quântica. A utilização da radiestesia é de suma importância como um instrumento de captação dos efeitos nocivos emitidos por forças microvibratórias, invisíveis, nefastas ao seres vivos.


GEOHIDROLOGIA: A BUSCA DE ÁGUA SUBTERRÂNEA POTÁVEL/MINERAL

PESQUISA DE ÁGUA SUBTERRÂNEA EM FRATURAS QUE AFETARAM AS ROCHAS CRISTALINAS: ÍGNEAS, METAMÓRFICAS E SEDIMENTARES


A busca de água subterrânea em fraturas que afetaram as rochas cristalinas é o caminho de atingir os mananciais de água potável/mineral sem contato com a superfície. Pois as águas de subsuperfície, do subsolo, encontram-se, em geral, poluídas. Atualmente as grandes empresas como indústrias, shopping centers, hospitais, o comércio, bairros e até cidades estão sendo abastecidas com a água subterrânea. Quando se localiza a fratura certa, a água encontrada é artesiana a semi-artesiana e, praticamente, é permanente. Essas fraturas são alimentadas a grandes distâncias e seu abastecimento provêm de regiões montanhosas que rodeiam os grandes centros.

A pesquisa de água subterrânea em rochas cristalinas exige uma acuidade maior que uma simples pesquisa em água de subsolo. Isso não significa que pesquisa de água em subsolo seja fácil e não exige uma acuidade em mesmo grau.

A pesquisa no substrato rochoso exige a identificação do tipo de rocha que a pesquisa está sendo desenvolvida e o sistema de fraturamento contido nelas.

Em rochas sedimentares a pesquisa requer a identificação das camadas estratigráficas do local a ser pesquisado. Busca-se uma camada ou lente de arenito, porosa, subhorizontal, acumuladora de água, circundada, no topo e na base, por camadas argilosas, impermeáveis.

Quando se encontra essa lente ou camada arenosa, a pesquisa ocorre em área. Pode-se percorrer e encontrar água em vários pontos do terreno, pois a camada em que se encontra a água é horizontal a subhorizontal.

A pesquisa de água subterrânea em rochas graníticas, que são maciças, impermeáveias. Deve-se, nesse caso, procurar descobrir os sistemas de fraturamentos que afetaram essas rochas, em algum tempo geológico. Ainda por cima, deve-se encontrar a fratura certa, acumuladora de água. Essa fratura, denominada de extensão é, geralmente, paralela aos esforços tectônicos que afetaram as rochas num determinado período geológico. São as fraturas que se abrem e acumulam água. São, no geral, subverticais. Essas fraturas se entrelaçam umas às outras formando dutos acumuladores de água, normalmente vindas de regiões montanhosas que circundam os locais de exploração.

Em rochas metamórficas, deve-se encontrar os sistemas de fraturamento que afetaram essas rochas. Do mesmo modo, deve-se encontrar a direção dos esforços tectônicos que afetaram essas rochas, através do elipsóide de tensão e deformaçao. As fraturas de extensão, subverticais, se abrem e acumulam água. Achá-las é o objetivo dos estudos. Em cada tipo de rocha metamórfica os sistemas de fraturamento se comportam de forma diferente, mudando a inclinação e a direção. Nesse sentido deve-se estudar cada local de forma adequada àquela realidade. Mudando de local muda-se a observação.

A radiestesia é o instrumento complementar na localização dessas fraturas armazenadoras de água à grande profundidade. Ela permite localizar exatamente a posição espacial dessas fraturas. Ainda sendo capaz de detectar o possível volume de água armazenada e quiçá a profundidade que essas fraturas se encontram e o nível de água em seu interior. Esse conhecimento é somado com os conhecimentos geológicos da área de estudo.

 

Marcos Alves de Almeida

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