|
Matérias Sobre Geobiologia
Geobiologia e
Bioarquitetura
O crescimento desenfreado das
nossas metrópoles leva a uma super valorização
de cada local não habitado. Os terrenos
são caríssimos e são encontrados,
cada vez mais, em locais insalubres, nas proximidades
das planícies de inundação
dos rios, muitas vezes nas proximidades de rede
de alta tensão, em locais onde existem
torres de transmissão de microondas. Os
moradores mais pobres se contentam em viver próximos
de lixões e córregos não
canalizados. Ainda, as construções
apresentam problemas relacionados com as energias
emitidas pelas formas desarmônicas, no que
se refere à sua interação
com o meio ambiente, com a natureza, com a Terra,
com o Cosmo.
A situação da ocupação
humana sem critérios urbanísticos
leva a um caos as grandes cidades. Hoje, milhões
de pessoas vivem em condições insalubres
adquirindo doenças das mais variadas categorias.
Gasta-se somas imensas de dinheiro com a saúde
pública e privada, em caráter mais
curativo do que preventivo. Não se analisa,
atualmente, se os problemas de saúde estão
ligados, de alguma forma, com os locais de trabalho
e moradia, ou os tipos de construções
dos edifícios habitacionais, das indústrias,
dos hospitais e construções em geral.
A preocupação principal atual nas
construções é a sua funcionalidade,
a sua beleza, o seu custo; mais do que justas,
pois o homem moderno busca o conforto. No entanto
não se tem notícia de haver uma
preocupação com os locais onde serão
construídas as habitações.
Principalmente com a forma harmônica das
construções, com a proximidade aos
campos elétricos e magnéticos emitidos
pela domótica moderna, em locais com água
subterrânea em movimento, ou sobre zonas
de falhamentos e fraturas. Não se analisa
se a construção está sob
efeito de radioatividade ionizante, devido aos
tipos de rocha e solo, bem como devido à
tectônica de deslocamento, entre outras
situações, onde houve a quebra do
equilíbrio biótico, gerando uma
ruptura de forças compensadas, que causam
danos à vida no planeta Terra. Algo deve
estar acontecendo com a nossa sociedade moderna,
perdeu-se o contato com a natureza, com o universo,
com a harmonia do bem estar dos seres vivos. Não
se faz referência às energias invisíveis,
não perceptíveis pelos cinco sentidos,
como por exemplo, a exposição ao
raio X em consultórios de dentistas em
prédios de apartamentos. Esses consultórios
não são protegidos na sua totalidade,
há contaminação através
das paredes de cimento para os vizinhos que moram
abaixo, acima e dos lados do consultório.
Há ainda mistura de prédios residenciais
com escritórios e consultórios,
não havendo uma regulamentação
adequada e eficiente.
Não se quer infligir aos
homens a perda de seu interesse pelo planeta,
frisa-se somente que o mundo invisível
atua, inexoravelmente, sobre os seres vivos; quando
as energias são nocivas, há perda
de energia biótica, pelos seres vivos e
para o ambiente.
Alguns critérios fundamentais
devem ser levados em conta, a medida que se conscientize
da existência de energias microvibratórias
nocivas. A Radiestesia de ondas de forma ou devido
às formas, descoberta por Chauméry
& Bélizal e Jean De La Foye, principalmente,
se torna a ferramenta mais poderosa na detecção
dessas anomalias invisíveis. É sumamente
importante o conhecimento e o estudo das técnicas
radiestésicas utilizadas por esses pesquisadores
na identificação e caracterização
das microvibrações nocivas e benéficas
emitidas pela Terra, pelo Cosmo e pela civilização
humana. Sem essa ferramenta não é
possível a identificação
dessas energias, cujos instrumentos modernos,
desenvolvidos pela tecnologia humana, não
alcançam, na profundidade necessária,
o malefício que essas ondas nocivas, microvibratórias,
podem causar aos seres vivos; principalmente aos
vegetais, animais vertebrados e seres humanos.
Os instrumentos ultra-sensíveis existentes
não são acessíveis para a
maioria das pessoas, pelo alto custo e os estudos
necessários para a sua utilização.
Esse mundo invisível atua
permanentemente, quer o homem tenha ou não
consciência de sua existência.
Fatores que devem ser levados em conta na aquisição
de um terreno, na construção da
habitação e no meio ambiente que
compõe a biosfera: ao local da moradia
(local saudável, sem a presença:
origem terrestre - de zonas tectônicas relacionadas
à falhas, fraturas, tipos de solos e rochas
emissoras de radioatividade ionizante, água
subterrânea no subsolo; origem aérea:
proximidades à redes de alta tensão,
antenas de microondas, centrais de distribuição
elétrica, etc.); à construção
civil (instalação elétrica,
hidráulica, tipos de material, tintas,
calefação, circulação
do ar, disposição do imóvel
em relação ao norte magnético,
posição dos dormitórios em
relação aos banheiros; e à
arquitetura (a forma do imóvel, dos telhados,
da disposição espacial, etc.).
Daremos ênfase maior à
arquitetura no que se refere à forma da
construção, analisando as insalubridades
causadas por construções incompatíveis
com a harmonia da natureza, do cosmo, dos seres
vivos em geral e principalmente com o homem.
Cabe ressaltar que a presente
análise não tem a finalidade de
julgar os estilos arquitetônicos, as formas
criativas desenvolvidas pelos arquitetos, quanto
à praticidade, beleza, conforto e outros
itens necessários. O tema em questão
tem a finalidade de pesquisar as anomalias nocivas
emitidas por energias devido às formas,
desarmônicas, que causam danos aos seres
vivos. Essas anomalias são emitidas pelos
detalhes na construção, quanto às
quinas das paredes, tipos de telhados, tipos de
disposições, enfim uma preocupação
com a geometria arquitetônica.
Geometria arquitetônica
Não é querer voltar
no tempo, mas, há pelo menos mil anos atrás,
em diante, até a época das construções
babilônicas; faraônicas; as grandes
igrejas da Europa antiga; do Oriente Médio
as mesquitas; da Índia o
Taj Mahal; das Américas a civilização
dos Maias, Astecas, por exemplo; do Oriente extremo,
do Japão, e muitas outras incontáveis
criações do mundo antigo. Mas sem
essa observação atenta dessas construções
não teremos parâmetros para comparação.
A modernidade foi necessária, pela praticidade,
pela economia das construções, pelo
velocidade nas construções devido
ao crescimento galopante das populações,
custo da mão de obra e outra infinidade
de motivos que justificam a nossa atual situação.
O que queremos destacar é a infinita harmonia
cósmica das construções dessas
antigas civilizações.
Como diz Jean De La Foye, em seu livro Ondas de
Vida, Ondas de Morte, sobre arquitetura e ondas
de forma: "...um monumento, um edifício
e até mesmo uma edícula devem não
apenas ser belos, mas integrar-se nos ritmos naturais
como faz uma árvore no meio da floresta.
Eqüivale dizer que a imaginação
do arquiteto deve curvar-se a certas leis. De
outra maneira, ele se arrisca a fazer sair do
solo dos imóveis ondas nocivas à
saúde das pessoas que os habitam ou ao
ambiente...As pranchas de um arquiteto é
sem dúvida mais importante para a saúde,
para a prevenção do câncer
e de outras doenças, do que as somas astronômicas
consagradas à pesquisa médica e
à cura dos doentes, sem que isso seja acrescentado
ao preço do financiamento de um imóvel.
E não se trata simplesmente
de uma simples criação intelectual
de um artista, mesmo obedecendo à solidez,
ao equilíbrio estético e ao conforto
aparente. Ela é, ainda, submissão
a uma ordem. Essa ordem, que queremos clara e
luminosa que os construtores da Idade Média
parecem ter possuído durante esse ápice
fugidio da nossa civilização
diluiu-se rapidamente em receitas especializadas,
para desaparecer na era do concreto armado e da
alta tecnologia.
Será possível
reencontrar essa ordem?
A abordagem do problema é
facilitada pelas ondas de forma e campos de forma.
Pois, no fundo, o critério será
a integração ao Campo de Forma e
com o que dele decorre: a harmonia com as formas
naturais e o efeito benéfico sobre os seres
vivos".
Verifica-se que construções com
telhado invertido são geradoras de anomalias
nocivas e telhados formando um triângulo
(um prisma) isolado sobre um retângulo (um
paralelepido) também gera anomalias nocivas.
Deduz-se que há infinitas situações
anômalas e a mesma quantidade de situações
benéficas. Sugere-se aos arquitetos que
ao criarem um projeto arquitetônico construam
uma maquete e através da utilização
de instrumentos radiestésicos, como o pêndulo
universal de Chaumery-De Bélizal e o instrumento
detetor denominado Caramujo com seletor (Bélizal
& Morel, 1965), identifiquem as anomalias
nocivas, antes de iniciar a construção
propriamente dita. Outra sugestão é
o estudo de casos: percorrer as construções
já existentes e medir esses locais e aprender
a identificar as anomalias nocivas.
Observa-se que não tem uma fórmula
pré-fabricada para se construir adequadamente,
objetos espaciais são diferentes, não
se encontrando, por exemplo, dois edifícios
iguais. Mesmo sendo construídos com a mesma
arquitetura, verifica-se que apresentam anomalias
distintas, pois a influência do local onde
foi instalada a construção é
diferente; deve-se observar cada um de forma independente.
No mundo espacial, tridimensional, não
há repetição das anomalias,
ou seja, no estudo do mundo espacial não
há experiência adquirida teoricamente,
é necessário o estudo direto nos
locais e cada caso é um caso, deve ser
tratado como único.
Marcos Alves
de Almeida

|