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Matérias Sobre Geobiologia
Geobiologia
e ondas de forma
As ondas de forma
ou devido às formas (Chaumery & Bélizal,
Bélizal & Morel, Jean de La Foye e
outros) devem ser compreendidas dentro do contexto
da geobiologia. Deve-se ter claro o conceito dos
campos físico, vital e espiritual. É
importante distinguir os três campos. A
geobiologia atua, fundamentalmente, nos campos
físico e vital, sendo que o campo vital,
mais sutil, envolve o campo físico. O campo
espiritual envolve energias abstratas, mais sutis
que as anteriores; portanto, antes de se estudar
os campos vital e físico deve-se distinguir
a ocorrência de disfunções
energéticas nocivas nos locais onde o geobiólogo
irá trabalhar. Caso hajam disfunções
nocivas abstratas, associadas ao campo espiritual,
deve-se identificá-las através da
radistesia cabalística ou outro meio, e
providenciar a sua eliminação com
profissionais especializados em atuar nesse campo
de energia. As formas que emitem ao mesmo tempo
nos três níveis são aparentemente
despolarizadas, podendo, ainda, serem despolarizantes,
causando desequilíbrios energéticos
nos seres vivos (Jean De La Foye).
Alguns aspectos de energias de
forma serão lembrados neste capítulo,
caso precise estudar em maior detalhe se reporte
ao capítulo de ondas vibratórias
ou ondas de forma do presente livro ou às
obras citadas na bibliografia.
"As ondas de forma puras
se propagam no espaço como vibrações
dirigidas e são, então, muito penetrantes,
a ponto de parecer que não há suporte
material inerte capaz de detê-las. Porém,
da mesma forma que as ondas luminosas e um prisma
de cristal, pode-se desviar as ondas de forma
com um prisma de madeira. Pode-se, também,
concentrá-las com uma lente convexa de
madeira, e refleti-las sobre um espelho inclinado.
Elas parecem obedecer, de certa forma, às
leis da óptica, como se fossem raios luminosos
sem fótons" (Jean De La Foye). "As
ondas de forma, por analogia com as outras ondas
vibratórias, sofrem as mesmas leis de reflexão,
difração ou refração"
(Belizal e Morel).
As ondas de forma são
invisíveis e penetrantes, com comprimentos
de ondas que se aproximam dos da luz, emitidas
por tudo o que tem forma, que libera energia.
Encontram-se na natureza física, química,
físico-química, biológica,
nas formas geométricas, enfim em tudo que
existe no globo terrestre, quiçá
no universo e têm enorme influência
sobre a saúde dos seres vivos. São
ondas microvibratórias que entram em ressonância
com a célula viva, com efeitos nocivos
ou benéficos, distinguí-las é
a função da geobiologia.
O subsolo, as rochas, as rupturas
como fraturas, falhas, contatos geológicos,
a água subterrânea em movimento,
águas poluídas com gases tóxicos,
águas de pântanos com putrefação
vegetal, os edifícios e construções
em geral, o mobiliário, os objetos de utensílios
domésticos, as máquinas, os veículos,
os aparelhos elétricos, os alimentos, as
cores, os produtos químicos, as energias
calóricas, acústicas, as geométricas,
o alto e o baixo, o calor e o frio, o fechado
e o aberto, tudo, então, emite ondas de
forma. Algumas são nefastas, outras benéficas,
a maioria difusas. Tudo se resume à tríade,
o positivo, o negativo e o neutro, às forças
ativa, passiva e neutra. Essas energias são
espaciais e encontram-se nos eixos ortogonais
x, y e z. Por ex., a força ativa representa
a ação, a força passiva,
a reação e a força neutra,
o ponto, a linha, o plano ou o espaço onde
ocorrem os fenômenos. Normalmente esse ponto
é invisível, mas cada uma das forças
podem mudar a sua energia em função
da mudança de referencial: a força
ativa é ativa em relação
a um referencial, mas pode ser passiva ou neutra
em relação a outro referencial.
As ondas de formas são
polarizadas (+/-) e apresentam freqüências
e comprimentos de ondas variáveis. São
diferenciadas em função do campo
de forma onde atuam as ondas de forma. Nesse sentido
a onda de forma pode apresentar potências
diferentes em função do meio ambiente
onde atuam as energias polarizadas. As energias
difusas causam anomalias ou benefícios,
pouco atuantes, não são motivos
de preocupação.
Segundo Jean De La Foye, são
necessários, o que parece à priori,
três fatores polarizados para produzir uma
onda de forma: um fluxo de energia orientado (agente
ativo), um interceptor polarizado do fluxo (agente
passivo) e a gravitação (agente
neutro), atuando em um plano virtual com inclinação
variada em relação ao eixo da gravidade,
perpendicular à Terra. A onda de forma
se comporta como uma força vetorial e ocorre
perpendicular ao fluxo de energia. As ondas de
forma dependem fundamentalmente do campo magnético
terrestre.
Um exemplo real das emissões
de ondas de forma nocivas: um duto de água
subterrânea em movimento (agente ativo),
movimentando-se de um ponto mais alto, uma meia
encosta, denominada de positiva, caminhando para
o vale, denominado negativo, mostrando uma diferença
de potencial gravitacional (agente neutro), que
se torna cinético ao se movimentar, num
plano inclinado, entre o alto e o vale, no subsolo.
O obstáculo ou interceptor polarizado (agente
passivo) é representado pelo subsolo que
se sobrepõem ao duto de água em
movimento, denominado de negativo e o ambiente
atmosférico, denominado de positivo.
O resultado é uma quebra
do equilíbrio biótico entre a Terra
(-), que emite uma energia equilibrada (com Bovis
acima de 6.500Ä), juntamente com a atmosfera
(+), e o fluxo de água subterrânea
em movimento que gera uma ruptura de forças,
emitindo energias de formas desequilibrantes,
com a queda da energia biótica para valores
menores que 6.500Ä.
A água em movimento, como
se produzisse microprismas, desviam a energia
biótica em equilíbrio, que vem do
interior da Terra e passa perpendicular à
superfície da Crosta Terrestre. Essa energia,
que inicialmente era equilibrada (com Bovis: 6.500Ä),
chega à superfície com a metade
ou menos da força inicial (ex. Bovis:2.000Ä),
tornando o ambiente insalubre e nocivo. Esse desequilíbrio
advém da passagem do fluxo de água
subterrânea em movimento, subterrânea,
com o interceptor polarizado Terra/Atm. (- / +).
A água se comporta como
um dipolo elétrico, ao se movimentar em
um campo geomagnético-elétrico,
gerado pela própria Terra. Se torna um
dipolo elétrico induzido, emitindo uma
anomalia elétrica medida em potência,
por ex., de unidade em KVA (quiloVoltAmpère)
ou pelo gradiente de potencial elétrico
ou intensidade de campo elétrico (V/m).
E este gera um campo magnético medido em
nT (nanoTesla) ou em Gauss. Essas anomalias macro
a microvibratórias são nocivas aos
seres vivos, emitindo uma energia biótica,
medida pelo Biômetro de Bovis, de cerca
de 1.000Ä a 3.000Ä, mais ou menos. Esses
valores variam em função da potência
gerada pela velocidade da água em movimento,
que depende da inclinação do plano
onde a água percola e se movimenta. Esse
plano inclinado, em relação à
vertical, onde atua a força da gravidade,
se torna mais nocivo com o aumento da inclinação
e menos nocivo com a horizontalidade do plano
em relação à gravidade. Atua
semelhantemente a uma bola em um plano horizontal
e a medida que se inclina o plano ela corre com
maior velocidade do ponto mais alto para o mais
baixo.
Os efeitos nocivos serão
mais potentes com o gradiente maior, onde há
emissão do Verde Negativo Elétrico
e outras emissões em elétrico. Sabe-se,
então, que a onda de forma, sendo perpendicular
ao fluxo de energia, emite também em um
vetor paralelo ao fluxo e outro paralelo ao eixo
da gravidade, no sentido Terra-Atmosfera. Este
último efeito é captado na superfície
do terreno. Deve-se ter em mente que esses fenômenos
são espaciais; o exemplo acima é
restrito ao modelo observado na figura (Figura
).
A vida necessita das ondas de
forma, por esse motivo as formas despolarizantes
são fortemente nocivas, emissoras de Verde
Negativo Elétrico, além de emitirem
nos três campos: físico, vital e
espiritual (Jean De La Foye).
Os seres vivos devem viver em
um ambiente em equilíbrio eletromagnético,
químico e geometricamente harmônico,
com uma natureza de proporções cósmicas
ordenadas. A quebra dessas leis de harmonia da
natureza destrói o equilíbrio biótico
dos seres vivos, trazendo malefícios, obrigando
o organismo a atuar em defesa do agente agressor.
Com a exposição
por longo tempo aos agentes desequilibradores
os seres vivos tendem a quebrar a sua resistência
interna, adoecendo. O efeito é a despolarização
da pessoa e a mudança de posição
dos eixos norte/sul-leste/oeste (eixos equi e
nódulo de vida, norte/sul, leste/oeste
respectivamente) e a inversão do Shin.
A despolarização gera uma mudança
energética da pessoa que se torna Yin (-),
vibrando com a energia do subsolo, tornando os
seus chakras: coronário, frontal e laríngeo,
sem funcionamento adequado.
Configurando um ato de defesa,
a doença é um aviso da presença
de agentes desarmônicos e desequilibradores
do organismo vivo.
As denominações
de "Elétrico e Magnético",
captados pela sensibilidade do homem, através
da Radiestesia, não são exatamente
de origem elétrica e magnética,
pois não se comportam com essas características,
desenvolvidas pelo campo da ciência elétrica
e eletrônica (Jean De La Foye). Não
se pode comparar a percepção pelo
homem dessas anomalias, associadas aos campos
eletromagnéticos, com os instrumentos construídos
pelo homem e nem seguem as mesmas leis (de Coloumb,
de Gauss etc...). A freqüência e o
comprimento de onda que o cérebro humano
capta são, muitas vezes, mais sutis, não
perceptíveis pelos instrumentos. O homem
capta ao nível da sensibilidade celular
e os aparelhos medem em nível menos sutil,
e a avaliação dos efeitos nocivos
pelos aparelhos tem caráter estatístico.
Exemplo: mundialmente sabe-se que uma pessoa suporta
"X" KiloVolt/m de alta tensão
a uma distância mínima de 30 metros,
etc... As casas devem estar distantes 50 m da
rede de alta tensão com 400 KV/m, etc.
Enquanto que com a Radiestesia, que capta em nível
celular, os efeitos nocivos são percebidos
a mais de 150 m. Percebe-se porque a ciência
não aceita esses resultados, pois não
há meios de se comprovar a veracidade dessas
afirmações, a não ser através
das doenças das pessoas que moram próximas
desses "linhões". Atualmente
não existem aparelhos capazes de captar
nesse nível de sensibilidade, também,
provavelmente, não há interesse
econômico nesse tipo de pesquisa. Nesse
sentido introduzimos novos termos ao tratarmos
dos campos eletromagnéticos que afetam
os seres vivos, como: Bioelétrico e Biomagnético.
Sabe-se que energias de freqüências
diferentes podem coexistir no mesmo espaço
sem que se produza uma interação
destrutiva. Pode-se perceber esse princípio
na sociedade em que vivemos. Somos constantemente
bombardeados por ondas de rádio e televisão
que passam através de nossas casas e corpos.
Essa energia eletromagnética não
pode ser detectada pelos nossos cinco sentidos,
porque se encontra numa faixa de freqüência
energética situada além do limite
de percepção dos nossos órgãos
sensoriais. Se acontecer de ligarmos o televisor,
porém, essas energias, normalmente invisíveis,
são transformadas em energias nas faixas
de freqüência da luz visível
e dos sons audíveis, as quais estão
dentro dos nossos limites de percepção.
Quando ligamos o televisor não vemos as
imagens do canal 2 misturadas com as do canal
7. Como as energias são de freqüências
ligeiramente diferentes elas podem coexistir no
mesmo espaço sem que se interfira com a
outra. É apenas por intermédio do
nosso aparelho de televisão, atuando como
um prolongamento dos nossos sentidos, que podemos
chegar a dizer que essas energias estão
presentes (Gerber, 88).
O mesmo acontece com nossa percepção
extra-sensorial ao utilizarmos a Radiestesia como
meio de captação de energias eletromagnéticas
e devido às formas. Atua-se em nível
energético sutil, principalmente relacionado
com os efeitos nos seres vivos. Percebe-se em
nível etérico, astral e mental,
ou além. Esses níveis sutis de percepção
atuam no mesmo espaço-tempo que as outras
energias, no entanto, devido às freqüências
diferenciadas, não há interferências
umas com as outras.
O princípio fundamental
do estudo da geobiologia consiste no entendimento
das ondas de forma. Essas energias atuam no nível
biológico e as modificações
que se podem aplicar para mudar um ambiente nocivo
e transformá-lo em um ambiente benéfico
depende da interferência artificial, através
de ondas de forma, que modifique as características
das energias nocivas presentes num determinado
local. As mudanças são biológicas
e não físicas. As energias físicas
continuam presentes nos locais, no entanto o seu
efeito nocivo biológico é transformado
em efeito benéfico biológico. Ou
seja, as energias bioelétricas sãos
transformadas em biomagnéticas.
Marcos Alves
de Almeida

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