EVENTOS 2001

A ROSETA MAGER E SUA AMPLA UTILIZAÇÃO

III CONGRESSO BRASILEIRO DE RADIESTESIA E RADIÔNICA,
27 e 28 DE OUTUBRO DE 2001.

por: VERA WINTER


1. RESUMO DA PALESTRA

O instrumento denominado roseta Mager foi desenvolvido pelo engenheiro francês Henri Mager, um dos pioneiros da moderna radiestesia, na segunda década do século XX.

Através de suas prospecções Henri Mager descobriu determinados tipos de radiação nos solos de alguns terrenos. Suas descobertas fizeram-no perceber a ligação entre a vibração natural da matéria e as cores e, permitiram-lhe criar um pequeno disco, que denominou roseta, dividido em oito segmentos coloridos - violeta, azul, verde, amarelo, vermelho, cinza, preto e branco - com a finalidade de classificar as qualidades e os tipos de águas e minerais encontrados.

As cores parecem funcionar numa escala harmônica e quando existe ressonância entre determinada cor e o "objeto" pesquisado pelo radiestesista é possível estabelecer um padrão, como fez Mager, ao identificar a cor referência do "objeto". Esse simples código é extremamente eficaz nos trabalhos radiestésicos como, por exemplo, avaliações de seres vivos, análises de alimentos, estudos de compatibilidade entre o objeto pesquisado e os seus afins.

Meu contato com a roseta Mager aconteceu há alguns anos, quando estava lendo Diagnóstico pela radiestesia de Arthur Bailey. Fiquei tão entusiasmada com a descoberta desse instrumento tão simples que comecei a experimentá-lo nas análises de plantas de casas e de terrenos durante as leituras radiestésicas dos meus trabalhos de feng shui. Após a confiança adquirida, com as leituras dos ambientes e de suas histórias pregressas, passei à leitura da cor da energia vital de parentes e amigos. Acabei estendendo essa prática ao trabalho de radiestesia com meus clientes e continuo me surpreendendo com os ótimos resultados que tenho obtido desde então.

Recomendo o uso da roseta a todos os profissionais das áreas de saúde, da indústria da construção, da indústria alimentícia, arqueólogos, arquitetos, estudiosos da rabdomancia e enumero algumas excelentes vantagens:
- fácil manuseio
- pode ser transportada a qualquer lugar
- é um instrumento de referência
- pode ser confeccionada por qualquer criança em idade escolar

2. DESENVOLVIMENTO DO TEMA

As cores têm um efeito direto visceral e emocional nas nossas vidas. Enquanto a simbologia de algumas delas parece ser óbvia e fácil de entender, outras têm diversos significados, cada um se reportando a algo diferente. Entre os muitos aspectos da arte da radiestesia o uso das cores também ocupa um lugar de destaque.
Sabe-se que o radiestesista carrega junto com o seu instrumento de radiestesia, uma amostra do material a ser pesquisado com a finalidade de amplificar seu senso radiestésico para detectar esse material e eliminar quaisquer outros estímulos. Essa amostra é chamada de "testemunha" e, entre os radiestesistas que pesquisaram os efeitos das cores quando usadas como "testemunhas", está o engenheiro parisiense Henri Mager.

No início do século passado, Mager, apaixonado pela radiestesia, percebeu variados tipos de radiação em solos muito mineralizados, solos argilosos, solos que continham muita água e em solos com veios d'água subterrâneos. Tendo em conta que as reservas de águas subterrâneas podem, às vezes, ser impróprias para beber devido ao alto teor de minerais, Mager criou um método de codificação para determinar a pureza das águas: desenvolveu a roseta, um círculo com 10cm de diâmetro dividido em oito partes iguais cujas cores estão assim dispostas, no sentido horário: violeta, azul, verde, amarelo, vermelho, cinza, preto e branco . Fig. 1

Para usá-la segure-a em uma das mãos, com o polegar sobre algum segmento colorido e os dedos indicador e médio no anverso do mesmo segmento. Os movimentos do pêndulo na outra mão indicarão a cor do "objeto" que está sendo analisado. Segundo Ruy Jungmann, pesquisador de radiestesia e cinesiologia, ao passear os dedos pelas cores o indicador e o médio devem estar unidos (yin e yang) - como fazem os acupunturistas quando tomam o pulso - a fim de proporcionar resposta mais acurada.




Fig.1


Agora, de posse desse magnífico instrumento, veja que é possível:
a) encontrar a cor referência do objeto/local pesquisado e servir-se dessa cor ou de um de seus matizes como testemunha desse objeto/local
b) empregar a cor testemunha para identificar o objeto/local.
Com a roseta multiuso na mão e o pêndulo ou outro instrumento - aurímetro, varetas - na outra, juntamente com a testemunha, observe como o pêndulo reage: movimentos bem fortes, movimentos fracos, ausência de movimento. Tome nota das reações mais fortes. Essa é a cor referência do material. Reações secundárias devem ser desprezadas. Por exemplo, se ao pesquisar um material os movimentos forem fortes no verde, fracos no azul, ausentes no branco, anote a cor verde.
Se no trabalho de radiestesia de campo encontramos a cor referência de um local vale a pena registrá-la para, posteriormente, e podermos identificar o material sob o solo.

Fig. 2

Dentre as sete cores visíveis do espectro solar, Mager usou cinco - vermelho, amarelo, verde, azul, e violeta - mais o branco e o preto. O laranja, o índigo mais o turquesa estão, indiretamente, incluídos. Nota-se também a presença das cores primárias e das suas complementares. Fig. 2
Para esclarecer a controvérsia entre a teoria das cores de Newton (1706) e a teoria de Goethe (1792), Howard e Dorothy Sun , dois estudiosos da cor, nos dizem que em sua roda de cores Newton viu semelhança entre o violeta e o vermelho e colocou-os juntos, formando o conceito de um círculo contínuo de cores. Goethe, porém, omitiu o vermelho puro e o índigo, mas introduziu o magenta. A roda de Newton era composta de sete cores enquanto que a de Goethe tinha apenas seis. A roda de Goethe introduziu o conceito de cores complementares, o que foi impossível para Newton já que sua teoria baseava-se em um número impar. Howard e Dorothy Sun adotaram em seu trabalho o espectro de oito cores, a roda das cores complementares: vermelho, laranja, amarelo, verde, turquesa, azul, violeta e magenta. Fig. 3
Cabe ao pesquisador interessado escolher qual dos conceitos expostos lhe convém mais.

Fig. 3


Ao medir a vitalidade e os componentes das águas pesquisadas, Mager obteve as seguintes referências:

Violeta ou púrpura
água absolutamente pura
Azul
água potável, mas não tão boa quanto a do tipo violeta
Verde
água contendo alguns sais minerais de cobre
Amarelo
água saturada, água que contém magnésio
Vermelho
água com muitos sais de ferro
Cinza
água poluída e água com chumbo
Preto

água de esgoto, as chamadas correntes negras; estresse geopático; fendas no solo.
Branco
águas medicinais e águas com prata

Cada uma das cores parece sintonizar-se também com um ponto cardeal, como por exemplo, o violeta com o norte, o verde com o leste e assim por diante. Fig. 4


Fig.4


Nas minhas investigações pendulares percebi que os inúmeros matizes que compõem cada cor parecem ter certa afinidade com materiais físicos, com energias mais sutis como as das formas-pensamento e também com aspectos psicológicos e condições físicas de seres humanos.
Para mim o sal marinho emite branco; o sal comum e o agrião emitem azul; o cobre vibra azul-turquesa; o símbolo Antakarana vibra violeta; pessoas anêmicas e pessoas com raiva emitem vermelho; pessoas com alguma infecção vibram amarelo etc.
Já que os códigos de cores nem sempre são os mesmos para todos os radiestesistas, cada um deve encontrar suas próprias cores referência, pois essa pesquisa é individual, não depende do raciocínio lógico e cada qual tem seu próprio ritmo.
Quando conheci a roseta Mager fui experimentando, com algum vagar, sua vastíssima utilidade. Comecei seu uso nos trabalhos de feng shui enquanto examinava com o pêndulo as plantas das casas ou os terrenos onde estas se situavam.
Muitas vezes pintei de preto pontos com a famosa radiação VE-, ou colori ambientes com vermelho, azul, laranja etc. Continuei testando. Depois de muitas análises e da comprovação das leituras comecei a pensar num índice. Assim, notei que o cinza traduz ambientes bastante tóxicos ou muito "carregados"; o vermelho indica formas-pensamento destrutivas; o laranja mostra a remanência de uma discussão ou o resíduo da vibração de alguém que esteve doente no local; verde, azul, violeta são indícios de um local equilibrado, "bom".
À medida que minha intimidade com esse disco colorido aumentava, pude estender seu emprego à análise de pessoas, remédios vibracionais, alimentos, sempre verificando sua vitalidade com duas leituras radiestésicas, uma com o biômetro de Bovis e outra com a roseta. Sinto que esta comparação é necessária, embora, nem sempre, eu compreenda seus resultados.
A leitura de "auras" de pessoas através da roseta é muito fácil e bastante eficaz. Depois de obter a cor da aura faço nova leitura para saber qual é a cor que a pessoa está emitindo. Se a cor for a mesma para as duas leituras significa equilíbrio e boa saúde, salvo no caso da cor preta. Ao contrário, quando a criatura tem uma cor de aura, mas está emitindo outra, certamente está desequilibrada em algum nível.
Edgard Cayce (1877-1945) um dos mais reputados sensitivos americanos, montou uma carta de cores para facilitar a vida dos indivíduos que como ele sempre enxergaram auras mesmo sem compreender o significado das suas cores. Ele disse que a aura é um efeito, não uma causa. Vale a pena conferir suas conclusões:

Cor
Nota musical
Planeta
Interpretação
Fraqueza
vermelho
do
marte
força, vigor, energia
nervosismo, egoísmo
laranja
sol
atenção, consideração
preguiça, repressão
amarelo
mi
mercúrio
saúde, bem-estar, amabilid.
timidez, vontade fraca
verde
saturno
cura, pessoa prestativa
junto c/ amarelo - fraude
azul
sol
júpiter
espiritual, artística, generosa
luta, melancolia
índigo
la
venus
buscador, religioso
coração e estômago
violeta
si
lua
buscador, religioso
coração e estômago

 

Mantive e mantenho contato com outros radiestesistas e terapeutas de medicina vibracional e junto com alguns pude elaborar tabelas da cor referência de florais, elixires de pedras, remédios radiônicos e similares. Eis dois exemplos de tabelas:
a) com essências de grutas que abrigam inscrições pré-históricas no sul da França e no deserto de Sedona, produzidas na Alemanha, as essências vibracionais Arina;

Essências Arina
Cores dos chacras*
Biômetro (angstrons)
Roseta Mager
Offnen
branco
11.000
branco
Begreisen
violeta
19.000
turquesa
Kommunizieren
verde
13.000
branco
Fuhlen
azul
19.000
branco
Sein
amarelo
29.000
branco/violeta
Bewegen
laranja
19.000
violeta
Leben
vermelho
38.000
branco


* segundo a interpretação das produtoras das essências.

b) com os florais Sun Orchid, feitos de orquídeas da Amazônia e produzidos na Suíça:

Floral
Roseta Mager
Biômetro (angstrons)
Higher self
verde/amarelo
9.000
Angel orchid
violeta
9.000
Coordination orchid e Colour orchid
vermelho
9.000
Chanelling orchid e Agression orchid
preto/cinza
9.000
Heart orchid
cinza/vermelho
9.000
Vitoria-regia, Amazonas e Past Life orchid
turquesa
9.000
Love orchid, Deva orchid e Fullhorn cattleya
amarelo
9.000
Venus orchid, Inspiration e Fun orchid
azul
9.000
Chocolate orchid e Sun orchid
verde
9.000
Psycho orchid
preto
9.000
Angel of protection
violeta/branco
9.000






3. CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES

Este trabalho não é uma tese. Não estou tentando provar nada conclusivamente. Se você obtiver respostas diferentes, não desanime. O que importa são os resultados. Prossiga, encontre seus códigos, afinal cada um de nós é uma pessoa única. Desista de querer repetir os testes: a mente - subconsciente e superconsciente - não gosta de ser posta a prova. Dê poder a si próprio e abuse do uso da roseta em todas as áreas da sua vida pessoal e profissional.